segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Alimentos afrodisíacos?

Imagina em épocas antigas como devia ser beijar alguém na boca. Numa época em que não existiam pasta de dente, escova, fio dental, enxaguante bucal... Aí surgiram os chamados alimentos afrodisíacos que são justamente aqueles que disfarçavam os odores, principalemente os bucais. Se observarmos com cuidado veremos que faz até sentido. Eis uma lista de alguns alimentos afrodisíacos:







Baunilha;
cravo;
gengibre;                               
hortelã;
mel;
álcool.


Na verdade afrodisíaco era tirar o bafinho acumulado do parceiro...
Hoje em dia não creio que haja mais necessidade para isso, pois a maioria dos problemas se resolvem com creme dental e escova de dentes!



-Paula Marina-

6 comentários:

  1. Eca,nunca havia pensado como era beijar no passado. Tem razão, os alimentos afrodizíacos eram os que melhoravam o cheirinho da boca...hahaha

    Bom feriado Paula Marina,

    ResponderExcluir
  2. E não é que nunca pensei nisso antes...

    hahaha

    ResponderExcluir
  3. Olá, interessante isso! abraços

    ResponderExcluir
  4. É sem dúvida uma observação bem interessante.
    Mas a lista de "afrodisíacos" é bem maior que esta... viu se os outros se aplicam a isto também?

    Quanto ao beijar na boca, isto eu tinha como sendo um conceito muito recente, prática alimentada pela induústria cinematográfica. E a maioria dos alimentos afrodisíacos têm sua origem milenar...

    Uma coisa é certa! Está tudo associado ao ato de comer! kkkkkkkk

    ResponderExcluir
  5. beijar na boca é muito antigo:
    Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.

    Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.

    Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.

    No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.

    Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do Papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reivindicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II.

    ResponderExcluir